Ansiedade na gravidez, medo do parto, um turbilhão por dentro.
A gestação mexe com o corpo, com a cabeça e com a relação. Aqui você tem um espaço seguro para cuidar das suas emoções enquanto o bebê cresce, antes de tudo ficar pesado demais.
- +18 anos de psicologia clínica
- 100% online
- Para todo o Brasil e brasileiras no exterior
Muita coisa ao mesmo tempo, e pouca gente para quem contar
E se algo der errado com o bebê?
Pensamentos que voltam o dia todo e tiram o sono.- Medo do parto, da dor ou de não dar conta na hora.
- Choro fácil, irritação ou um cansaço que você não consegue explicar.
- Estranhamento com o próprio corpo e com quem você está se tornando.
- Distância ou brigas com o parceiro justo agora, quando você mais precisava de apoio.
- Dificuldade para dormir ou para desligar a cabeça à noite.
Sentir isso não significa que você vai ser uma mãe pior. Significa que você está atravessando uma das maiores mudanças da sua vida, e merece esse cuidado. Eu estou aqui para caminhar com você.
O que cuidamos juntas nas sessões
Um pré-natal da mente (pré-natal psicológico), com base na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): você aprende a lidar com o que sente hoje e se prepara para o que vem depois. Esse campo também é chamado de psicologia perinatal.
Ansiedade na gestação
Entender de onde vêm as preocupações e ter ferramentas práticas para acalmar o corpo e os pensamentos.
Medo do parto
Conversar sobre expectativas e experiências, anteriores e atuais, e ajustar o que for preciso, ajuda a trazer mais segurança. E com mais segurança você chega ao dia do nascimento mais tranquila.
Corpo e identidade
É comum se olhar no espelho e não se reconhecer. Mas a sua essência continua aí, guardadinha, e a partir dela você vai se desconstruindo, se construindo e se descobrindo, num corpo novo que vamos conhecendo e cuidando juntas. Com o tempo, você percebe o que mudou: escolhas e posicionamentos que antes nem imaginava.
O casal grávido
Comunicação, divisão de tarefas e as conversas que vale a pena ter antes do bebê chegar.
Histórias que voltam
A gestação costuma trazer à tona o que ficou mal resolvido: traumas, crenças, histórias antigas. Isso pode gerar ansiedade e medo, e aqui a gente olha para essas questões com calma e cuidado.
Vínculo com o bebê
Ir conhecendo o bebê que está chegando e construindo, desde a gestação, o jeito de vocês dois.
Preparar para a chegada do bebê (pós-parto)
Um trabalho preventivo, para o puerpério não te pegar de surpresa: a tristeza materna (baby blues), que acontece com a maioria das mães, rede de apoio, sono, amamentação, visitas, sinais de alerta e a quem procurar.
Do primeiro “oi” às sessões
Você manda uma mensagem
Pelo WhatsApp, do jeito que conseguir. Não precisa explicar tudo de uma vez.
Conversa inicial
Entendo o seu momento da gestação e o que mais está pesando, e tiro suas dúvidas sobre horários e investimento.
Sessões semanais
Online, por vídeo, em um cantinho reservado, onde você se sinta segura e à vontade para falar. No Brasil ou no exterior, onde quer que esteja. Cada sessão tem duração de 50 minutos.
Até o pós-parto
O acompanhamento pode seguir depois do nascimento, no seu ritmo e no do bebê. E tudo bem fazer a sessão com ele por perto: mamando, no colo, na troca de fralda. O bebê também é bem-vindo aqui.
Pré-natal psicológico em grupo
Encontros com outras gestantes para falar de parto, amamentação, puerpério e rede de apoio, com espaço para o casal. Entre na lista de espera e receba as datas em primeira mão.
Ariádna Brandão
Psicóloga e neuropsicóloga, com mais de 18 anos de psicologia clínica. Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e acompanho mulheres da vontade de ser mãe ao pós-parto, com escuta acolhedora e ferramentas práticas para o dia a dia.
Sou mãe da Maria Júlia, e foi na minha própria maternidade que me encontrei enquanto psicóloga materna. No puerpério, tive um baby blues muito intenso: chorava, sentia muita dor na amamentação e não entendia por que, amando tanto a minha filha, não estava sentindo só coisas boas, como esperava. Meu marido e minha mãe estavam ao meu lado, mas o que eu sentia ninguém conseguia entender. Fui buscar respostas sozinha, em estudos, artigos e livros, e percebi que muitas mulheres passam por isso em silêncio. Foi aí que decidi ajudar outras mães a atravessar esse processo com mais leveza e, principalmente, acompanhadas. Hoje cuido de mães exatamente para que elas não passem por isso sozinhas, porque, quando temos ao lado alguém que realmente entende, acolhe e ajuda a encontrar um caminho, tudo fica mais leve. Faço isso com muito amor.
Por isso entendo que a maternidade começa antes mesmo do bebê nascer. Entendo também que, às vezes, parece que você está no “olho do furacão”. Muitas mães tomam para si a responsabilidade de cuidar e de fazer tudo sozinhas, do seu jeito. Aos poucos, vem a sobrecarga, junto com a cobrança de dar conta de tudo e o medo de errar. Mas não existe maternidade perfeita, existe maternidade possível. O objetivo da psicoterapia é a gente ir organizando esse processo juntas, para que você possa viver a maternidade com menos culpa, menos cobrança, menos comparação e mais leveza, dentro das suas possibilidades, do seu jeito, no seu tempo.
- CRP 16/2037
- Psicóloga e neuropsicóloga
- TCC
- Psicologia materna
Antes de mandar a primeira mensagem
Terapia online funciona na gestação?
Sim. O atendimento online é reconhecido pelo Conselho Federal de Psicologia e permite que você seja acompanhada de casa, sem deslocamento, inclusive no fim da gestação e depois que o bebê nascer. Sou cadastrada no e-Psi, a plataforma do Conselho Federal de Psicologia que habilita psicólogas e psicólogos para o atendimento online.
Em que fase da gestação é melhor começar?
Em qualquer fase. Quanto antes, mais tempo para cuidar da ansiedade, preparar o parto e organizar a rede de apoio para o pós-parto.
Preciso ter um diagnóstico ou estar muito mal para procurar?
Não. A psicoterapia também tem um papel preventivo: muitas gestantes procuram justamente para cuidar das emoções antes que a ansiedade e os medos cresçam. Se algo está tirando a sua paz, já é motivo suficiente.
O parceiro ou a parceira pode participar?
Pode, e é muito bem-vindo. Não é obrigatório, mas quando vocês se preparam juntos, o caminho costuma ficar mais leve. Algumas sessões podem ser feitas a dois, para conversar sobre medos, divisão de tarefas e a chegada do bebê. Com o filho, vocês deixam de ser só um “casal conjugal” e passam a ser também um “casal parental”. Cuidar dessa mudança desde já ajuda a manter a conexão de vocês depois que o bebê chegar.
Atende plano de saúde?
Não. O atendimento é particular.
O que eu falar fica entre nós?
Sim. O sigilo é um dever ético da psicologia e vale para tudo o que é conversado nas sessões. E tudo o que você trouxer é acolhido, cuidado e validado, sem julgamento.
Você não precisa esperar ficar pesado demais
Mande uma mensagem e conte em poucas palavras como está a sua gestação. Eu respondo pessoalmente.
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